As guitarras do Androide deram um salto nesse processo de Estúdio. Se você fechar os olhos e focar no áudio vai perceber essa crescida.
Já gravamos todas as baterias e as guitarras. Essa semana provavelmente vai rolar o que falta dos violões e um Ukelele pra COM UM BURACO NO PEITO.
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Acompanhe o segundo vídeo do registro do GRAVE - Androide Sem Par.
domingo, 16 de setembro de 2012
segunda-feira, 10 de setembro de 2012
Primeira semana de Gravação
Eu fico pensado sobre arte, sobre porquê lançar algo que precisa de muita elaboração num mundo tão instantâneo. Que necessidade é essa? ou que trabalho é esse? AHHH é trabalho, ahhh pode ser um trabalho, e porque não se ganha por isso? não sustenta-se com isso?
é tanta dificuldade, tanto empecilho.Pouquíssimo retorno.
só pode ser fisiológico.
Nos tempos de hoje ser artista é só ser insistente, teoricamente, qualquer um pode ser.
Claro que quando esse registro sair, pra algumas (maioria das) pessoas ele vai ser só aquilo, e vai parecer que foi tudo muito fácil. Por que a gente não é formado pra saber como é o PROCESSO, quais são os meios, as burocracias, a gente só se importa com o PRODUTO. Mas esse produto é fruto dessa história que foi construída no processo, cada escolha é de extrema importância. E eu já trazia uma bagagem também, minhas composições, minha história.
Antigamente, a pessoa era contratada por uma gravadora, tinha a verba e as regras pra gravar um cd, as coisas foram mudando, os equipamentos se tornando mais acessíveis, as formas menos rígidas e mais alternativas e hoje é possível gravar até em casa. Eu não tenho o dinheiro nem a técnica de gravar bem e nem fui contratado por ninguém, mas resolvi investir num financiamento coletivo pra registrar o que eu vinha compondo desde 2009 e saiu, sendo um projeto relativamente barato. Isso porque não estou pagando os músicos, não estou pagando ao produtor, não estou pagando a mim, to pagando só o que é extremamente necessário e me envergonho pro isso, eu queria que todos estivessem recebendo por "perderem" seu tempo dedicando-se a esse filhinho. Infelizmente hoje em dia as coisas só saem com um produtor muito bom, editais, patrocínios ou berço de ouro com pais compreensíveis.NÃO É QUALQUER UM QUE INVESTE NA ARTE, tiro no escuro.
Não sou músico por formação, mas já tive contato com o estudo da música e tendo uma banda de rock desde 2007 eu já vinha investigando o que me interessava nessa linguagem, mas depois de uma baita decepção amorosa (que primeiramente resultou nesse blog) minha percepção sonora, minha sensibilidade foi alterada e o que saia de mim era outro tipo de música, e foi a partir desse momento que eu percebi que podia criar canções, porque no AK eu criava melodias e letras pros riffs dos meninos, os meninos nunca me limitaram, mas era assim minha metodologia. Hoje me sinto mais seguro e penso a música como teatro, como intenção, como gênero. Consigo oscilar em propostas sonoras de acordo com o que sinto ou com o que quero passar.
Esse CD é minha vida
um recorte dela
levemente ficcionalizado
Eu não fiz música pra ex, pra atuais ou pra futuros relacionamentos, eu fiz pra mim, sobre o que eu sentia/vivia e sinto tanta felicidade quando vejo todo mundo cantando junto, porque me sinto menos só nas angústias de precisar de alguém.
Pra minha família ele sair ou não sair, tanto faz, é só mais uma loucura de um cara inquieto que resolveu que seria artista.
Sinto-me lisongiado por ter recebido o apoio financeiro de muitos amigos e apreciadores do trabalho que venho desenvolvendo e sortudo por ter perto tanta gente competente e com caráter se entregando tanto quanto eu ao processo.
Luiz Gadelha, que eu sou muito fã, está trabalhando a primeira vez como produtor de um disco, ele já é compositor e já registrou muitas canções, tem uma bagagem rica e extensa e eu sabia que não seria diferente, eles está acrescentando demais à tudo.
Garibaldi, o polvo das mils bandas, por quem eu já tinha um afeto inexplicável pelo modo de tocar bateria, arranjou um tempinho e já gravou tudo do CD, é um artista/artesão potente e que merece muita atenção. quero junto. Foram 11 baterias de 13 canções (sendo uma delas uma intro pro CD).
Muito obrigado a quem deu dinheiro por fora do catarse!!
Diego Bezerra e Deywison Maciel, admito que eu já "ficava" com as guitarras do Androide, mas só me apaixonei por elas no processo de captação, as novas roupagens pras músicas que eu compus estão salvando as canções que eu não gostava tanto e valorizando as que eu já tinha uma preferência. Eu me emocionei no último dia da primeira semana de gravação, porque me surpreendeu, superou minhas expectativas.
Já foram 4 dias de captação e eu to amando estar dentro do estúdio, é um outro tipo de prazer, de percepção, de sensibilidade. Eu nunca tinha vivido algo dessa forma porque na gravação do EP do AK, os meninos não me chamaram de propósito, sentiam-se inseguros com meu senso crítico =\ e na época eu admito que eu era mais chato. To aprendendo muito e modificando minha metodologia de criação já pro próximo CD. Estamos criando muita coisa no momento do registro, dando muitas camadas de significação sonora. eu não paro. Mas quero viver tudo no tempo certo, mesmo eu sendo meio embaralhado em relação à temporalidade.
Assista ao vídeo da 1º Primeira semana de gravação, foram 4 dias, terminamos a bateria e metade das guitarras e aguardem os próximos capítulos!!! Quase tudo registrado por outro grande parceiro/artista; Diego Marcel!!!
domingo, 9 de setembro de 2012
E-mail que mandei aos colaboradores do projeto via Catarse.me
1º dia de Gravação do CD do ANDROIDE SEM PAR
04/09/2012
1º dia de Gravação do CD do ANDROIDE SEM PAR
04/09/2012

Primeiramente,
gostaria de agradecer à todos que acreditaram
no trabalho do projeto ANDROIDE SEM PAR.
Demorou, mas demos início!
O intuito dos e-mails que vocês começarão a receber é informar como está o processo da concepção do GRAVE, 1º registro sonoro oficial do projeto. O trabalho está sendo captado no Dosol Estúdio, produzido pelo cantor e compositor Luiz Gadelha, e a mixagem/masterização ficará por conta do Estúdio Megafone.
A previsão é de que o CD esteja pra download no fim de Outubro e vocês acompanharão passo a passo todo o processo, tendo conhecimento dos obstáculos e das conquistas!
Hoje começamos a registrar a bateria de algumas canções e estamos super empolgados. Nas fotos estão: Luiz direcionando o procedimento, Deywison na Guitarra e Juão no vocal para guiar Garibaldi nas baquetas!!
CURIOSIDADE
A música "O mesmo mar que une, separa" que estará no GRAVE é uma parceria entre Juão Nin e Luiz Gadelha.
Juão, junto com Simona Talma, foi colaborador na canção “Vem aqui” do álbum SUCULENTO, lançado por Gadelha esse ano.
"Vem aqui"
Att
Juão Nin
sábado, 17 de março de 2012
A TRÍADE DO MEU AMOR
Dedico essas 3 canções ao meu futuro.
Uma "alegre" http://youtu.be/7-0kMeM5fw8
Uma "alegre" http://youtu.be/7-0kMeM5fw8
Uma "triste" http://youtu.be/7-0kMeM5fw8
Uma híbrida http://youtu.be/8mSCYnsy5M0
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012
Vai me maltratar porque te maltratei?
A prova de que eu te amo
eu já te dei
eu dou a cada dia
em silêncio
em distância
querendo voltar correndo pros teus braços
já pensei em me humilhar,
rastejar e te jurar amor eterno
mas o medo de ser esnobado é maior do que o medo
de começar outra vez
Talvez eu me encontre um pouco na tua preguiça
o recomeço é tão frágil
e a gente tem tanta coisa pra consertar
queria ser junto, companheiro
de conversar até esquentar a cama e o travesseiro
Cuidar de mim é tão difícil assim?
eu sei que tenho um espírito meio ingrato
mas to reconhecendo o que foi feito no passado.
Só que faltou,
por isso desmoronei
por isso não reerguemos.
é necessário que todos admitam os erros
pra seguir com cuidado
tento tento tento
mas não consigo te ter em parte
me maltrata assim
e eu rebato com uma raiva
que não atende justificativas
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
BOAS NOVAS - 2012
O CD sai esse semestre, recebi uma proposta pra gravar e to com o projeto da gravação do CD habilitado pelo BNB, de alguma forma no meio do ano sairá "GRAVE"!
O ano não começou bem pra mim, o que não importa, pois foi movimentado pro andróide e isso salva um pouco. Tem registro de uma canção nova tocada na Casa da Ribeira e da apresentação do Prêmio Hangar (no Teatro Alberto Maranhão), onde fiz uma versão de O PREÇO DO AMOR de Elino Julião, um dos homenageados da noite, mesclando com O MESMO MAR QUE NOS UNE, SEPARA. Duas tocadas importantes no primeiro mês do ano!
Juão
E eu que me apaixono sempre por marginais
estou cansado de me auto-vitimizar
Eu que sou tonto
estou tão centrado
Não dá mais pra viver só de girar
Eu mereço cada surra que levei
Não dá pra pedir socorro num mundo tão frágil
Não é só de conforto que eu me satisfaço.
VÍDEO com uma improvisaçãozinha no início - Show de abertura
do acústico do Talma&Gadelha
VÍDEO do Prêmio Hangar, onde fui indicado como revelação
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